Mar de
estrelas
Um olhar de
soslaio para o céu
Meus olhos
perdem-se na finitude do indescritível
Minha razão
pergunta: Será que Deus hoje me enganas?
Lá em cima
tudo estático, firme e sublime
Não teriam
ainda os sofrimentos da terra subido ao céu?
Que dia
então teremos novas estrelas?
O opróbio
da civilização arduamente nos atinge.
Que dia
então chegarão os novos líderes?
Que trarão
consigo as centelhas mortas das estrelas perdidas do céu.
Então,
acorda e te olha no espelho
Busca suas
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Mira tua
imagem lânguida e deprimente.
Depois olha
para o céu,
Vislumbra
as pinturas divinas,
Esquecidas
e distantes,
Por
milhares de anos-luz.
Reflete
então sobre a luz e a sombra
Entorpece
tua mente com a bebida e dorme sem nada aspirar
Quem sabe não
encontra, nos teus sonhos
A tua
estrela perdida.