terça-feira, 22 de agosto de 2017

Luar de Diamante
Olhos que sussurram
Ventos que sibilam
O amargo néctar da chuva 
Cai sobre sua fronte
O fúnebre luar paira como uma nuvem
Enquanto almejas tocar o horizonte
És bela como uma flor pura
Mais bela quando dança pela rua
Nua enquanto vestida
Dá os ares de carnaval à avenida
Sem temer os transeuntes
Os lábios quando fechados
Encerram os mistérios, vedados
Aos loucos apaixonantes
Seus mistérios, encerrados
Acabam quando se desfazem os beijos
Sob o luar de diamante

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