DESCARTES E FREUD
Descartes: Penso, logo existo.
Freud: Penso porque sinto.
Descartes: Meu saber é claro e preciso
Freud: Meu saber é obscuro e indeciso
Descartes: Raciocínio, sim. E dúvidas... não admito
Freud: São as dúvidas que moldam o saber que é meu edifício.
Descartes: Dos mistérios ocultos, vislumbrou tornar-se mister e erudito
Freud: Das palavras procurei entender o saber não-dito
Descartes: Das baixezas do ser divagou sobre conhecimento reles e perfídio
Freud: Das profundezas da mente, tornei coerente o que era incompreendido.
Descartes: Aprofundei-me sobre o estudo da mente e descobrí o verdadeiro mecanicismo
Freud: Curei centenas de doentes e descobri que o sofrimento não era tão doentio.
Descartes: Tens angústia porque procurou entender o incognoscível
Freud: És indiferente com o lado oculto do teu ser, que é sublime e verossímel
Descartes: É loucura tentar entender o que jaz sob o jugo do indiscernível
Freud: Não é sabedoria somente entender o que parece lógico e perfectível.
Descartes: Fui notável em minha época e inaugurei o racionalismo
Freud: E não foi a toa que ao morrer teve a cabeça separada do resto do seu organismo!
Descartes: Não foi a pneumonia que me matou, e sim, meus opositores. Maldito empirismo!
Freud: Viu, não somos tão diferentes assim. Ambos procuramos o que julgavam estar... perdido.
Descartes; Para finalizar esta discussão, que tal bebermos um absinto?
Paulo Santucci
Freud: Penso porque sinto.
Descartes: Meu saber é claro e preciso
Freud: Meu saber é obscuro e indeciso
Descartes: Raciocínio, sim. E dúvidas... não admito
Freud: São as dúvidas que moldam o saber que é meu edifício.
Descartes: Dos mistérios ocultos, vislumbrou tornar-se mister e erudito
Freud: Das palavras procurei entender o saber não-dito
Descartes: Das baixezas do ser divagou sobre conhecimento reles e perfídio
Freud: Das profundezas da mente, tornei coerente o que era incompreendido.
Descartes: Aprofundei-me sobre o estudo da mente e descobrí o verdadeiro mecanicismo
Freud: Curei centenas de doentes e descobri que o sofrimento não era tão doentio.
Descartes: Tens angústia porque procurou entender o incognoscível
Freud: És indiferente com o lado oculto do teu ser, que é sublime e verossímel
Descartes: É loucura tentar entender o que jaz sob o jugo do indiscernível
Freud: Não é sabedoria somente entender o que parece lógico e perfectível.
Descartes: Fui notável em minha época e inaugurei o racionalismo
Freud: E não foi a toa que ao morrer teve a cabeça separada do resto do seu organismo!
Descartes: Não foi a pneumonia que me matou, e sim, meus opositores. Maldito empirismo!
Freud: Viu, não somos tão diferentes assim. Ambos procuramos o que julgavam estar... perdido.
Descartes; Para finalizar esta discussão, que tal bebermos um absinto?
Paulo Santucci
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